05/07/2020
Plumas ao vento
Sabor, luz explodem a contento
Poeta a declamar
A beleza, o amor, o sonhar.
Maestria Divinal
Infinita, reluzente
Ame ser vivente
Nas estrelas do luar.
Sinta em ti, o vento novo
Que traz de todo jeito
Sem medo ou despeito
A poesia ao luar.
Daqui tudo é mais belo
Queria essa pobre alma,
Ao entardecer, mais calma,
Para o amor saudar.
Em vida pude ver
Ver com o que tinha
Se a sabedoria fosse minha
Outros versos eu teria.
Quero agora dizer-te irmão
Que das letras faz gosto
Que nada traz mais desgosto
Que o não amar.
Sobre o amor eu escrevia
Como o pretendia pintar
E agora daqui vejo
Que jamais soube amar!
Médium: Sheila